Será que estou sentindo tua falta?
Falta de alguém que provavelmente nunca foi meu?
Falta de alguém que eu nunca soube se me queria como eu o queria?
Falta do que talvez nunca tenha existido de fato?
Falta do que pode ter sido só mais um dos frutos de uma mente ávida?
Sinceramente, não sei.
Não sei se tu existiu.
Não sei se nós existimos.
Só sei que criei algo que não fui capaz de controlar.
Algo que foi além das minhas expectativas, além do que eu já conhecia e já havia explorado.
Foi algo maior, mais forte e poderoso do que toda e qualquer coisa que eu já tive em mãos, que já tive no coração.
Não sei dizer o que senti, mas posso afirmar veementemente que me faz muita falta, e me deixou um vazio incomensurável no peito.
O que aconteceu?
Não sei bem dizer, acho que aconteceu o que tinha que acontecer, nada mais.
O que restou?
Lembranças, ótimas, quiçá as melhores, lembranças do que o amor é capaz, do que somos capazes de fazer por amor, lembranças de momentos perfeitos, de sorrisos, olhares, toques, não sei se era correspondido, e hoje pouco me importa, pois, o que vivemos está marcado no peito, uma cicatriz enorme, que admiro com carinho e saudades, mas também com frustração, por não ter sido como queríamos, mas provavelmente foi como deveria ter sido.
E encerrar aqui com um ‘’eu te amo’’, não saberei dizer se é fato ou sonho, se é o que sinto, se é o que senti, ou se é o que sonhei.
Então encerro com um:
Obrigado por ter me feito alguém melhor, e espero que eu tenha sido pelo menos o equivalente para ti.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
i'll be waiting.
Ao longo da minha vida muita coisa mudou, e muita coisa vai mudar ainda.
Mudei fisicamente: engordei, cresci, nasceu barba, minha voz mudou, entre muitas outras coisas.
Mudei intelectualmente: sou mais bem graduado, com uma Inteligência mais avançada e mais desenvolvida de quando entrei na escola, por exemplo.
Mudei psicologicamente: corrigi pensamentos, atitudes, que até pareciam certas, até me provarem o contrário, me considero mais livre de preconceitos e de conceitos também, sem essa de rotular ou estereotipar alguém.
Minha vida mudou muito quando te conheci, e mudei muito por ti, mudei de humor pela tua ausência ou esquecimento, mudei de idéia devido a tua indiferença, e tu mudaste minha mente que não pensava em nada, nem em ninguém, fez com que eu pensasse em ti, e somente em ti.
Mudou toda minha teoria tola sobre “O Que É Um Sentimento’’, mudou minha maneira de te ver, e de ver o que tu fazes. Coisas que antes eu abominava, passei a tolerar, e talvez, até admirar. Fiz isso porque tu mudaste muito em mim, e não somente mudou, mas também acrescentou muitas coisas, sentimentos, pensamentos. E também, arrancaste muita coisa de mim, extraiu lágrimas que não sei de onde surgiram, e que pouco me interessam para onde foram, arrancou-me sorrisos espontâneos e repletos de alegria, tirou-me toda vontade de não querer mais ninguém, e também me devolveu algo, devolveu a esperança, e a certeza de que as pessoas ainda podem ser boas, e que a felicidade pode ser mais simples de se encontrar do que imaginamos.
Mas existe algo que eu sei que não muda, esse algo é o meu sentimento por ti, que, se mudar, vai ser para melhor, vai se tornar mais puro e intenso do que já é. Não espero que seja eterno, nem que tu descubras isso ou que seja recíproco, só espero que dure o suficiente pra eu te provar o quão intenso e real é, e o quanto isso é verdadeiro em mim.
Espero nunca ter uma definição para isso que sinto, pois, a partir do momento que um sentimento é definido, ele recebe um limite de existência, e só se compreenderá dentro daquele espaço, e até agora, esse sentimento não se limita, não se expressa, não se define, apenas se sente, se aceita, e na melhor das hipóteses, se vive.
Espero viver o bastante para demonstrá-lo, mas não para defini-lo.
Mudei fisicamente: engordei, cresci, nasceu barba, minha voz mudou, entre muitas outras coisas.
Mudei intelectualmente: sou mais bem graduado, com uma Inteligência mais avançada e mais desenvolvida de quando entrei na escola, por exemplo.
Mudei psicologicamente: corrigi pensamentos, atitudes, que até pareciam certas, até me provarem o contrário, me considero mais livre de preconceitos e de conceitos também, sem essa de rotular ou estereotipar alguém.
Minha vida mudou muito quando te conheci, e mudei muito por ti, mudei de humor pela tua ausência ou esquecimento, mudei de idéia devido a tua indiferença, e tu mudaste minha mente que não pensava em nada, nem em ninguém, fez com que eu pensasse em ti, e somente em ti.
Mudou toda minha teoria tola sobre “O Que É Um Sentimento’’, mudou minha maneira de te ver, e de ver o que tu fazes. Coisas que antes eu abominava, passei a tolerar, e talvez, até admirar. Fiz isso porque tu mudaste muito em mim, e não somente mudou, mas também acrescentou muitas coisas, sentimentos, pensamentos. E também, arrancaste muita coisa de mim, extraiu lágrimas que não sei de onde surgiram, e que pouco me interessam para onde foram, arrancou-me sorrisos espontâneos e repletos de alegria, tirou-me toda vontade de não querer mais ninguém, e também me devolveu algo, devolveu a esperança, e a certeza de que as pessoas ainda podem ser boas, e que a felicidade pode ser mais simples de se encontrar do que imaginamos.
Mas existe algo que eu sei que não muda, esse algo é o meu sentimento por ti, que, se mudar, vai ser para melhor, vai se tornar mais puro e intenso do que já é. Não espero que seja eterno, nem que tu descubras isso ou que seja recíproco, só espero que dure o suficiente pra eu te provar o quão intenso e real é, e o quanto isso é verdadeiro em mim.
Espero nunca ter uma definição para isso que sinto, pois, a partir do momento que um sentimento é definido, ele recebe um limite de existência, e só se compreenderá dentro daquele espaço, e até agora, esse sentimento não se limita, não se expressa, não se define, apenas se sente, se aceita, e na melhor das hipóteses, se vive.
Espero viver o bastante para demonstrá-lo, mas não para defini-lo.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
vacuum.
Querer e não poder tocar a quem se ama, é algo que corta, dilacera, retalha completamente meu coração, meus sentimentos se esvaem de maneira absurda, dando espaço a um vazio indescritível, causando uma dor sem cura, um sangramento infinito.
Sangramento esse que não mata, mas enfraquece, e cada momento que te fortalece, tu agarras de maneira canibal, e essa força de vai junto com essa hemorragia sentimental, esse vazamento de dores, amores, sentimentos, uma fenda que suga e expele tudo que passar perto, criando um vazio, transformando-lhe em alguém vazio, fazendo-te virar algo e deixar de ser alguém.
Depois de esgotar-se, esse buraco negro sentimental começa a sugar tudo que há em sua volta, absorve as dores, os sorrisos, os pensamentos, os amores, todo e qualquer sentimento que ouse transitar em seu caminho.
No final, o buraco negro, sem sentimentos, sem pensamentos, sem idéias, sem expressão, sem vida alguma, olha em volta e vê o vazio, se tornou uma estrela fosca num céu, um pedaço de nada, perdido em lugar nenhum, sem lembrança ou sombra do que foi, e sem expectativa alguma do que possa vir a se tornar.
Sangramento esse que não mata, mas enfraquece, e cada momento que te fortalece, tu agarras de maneira canibal, e essa força de vai junto com essa hemorragia sentimental, esse vazamento de dores, amores, sentimentos, uma fenda que suga e expele tudo que passar perto, criando um vazio, transformando-lhe em alguém vazio, fazendo-te virar algo e deixar de ser alguém.
Depois de esgotar-se, esse buraco negro sentimental começa a sugar tudo que há em sua volta, absorve as dores, os sorrisos, os pensamentos, os amores, todo e qualquer sentimento que ouse transitar em seu caminho.
No final, o buraco negro, sem sentimentos, sem pensamentos, sem idéias, sem expressão, sem vida alguma, olha em volta e vê o vazio, se tornou uma estrela fosca num céu, um pedaço de nada, perdido em lugar nenhum, sem lembrança ou sombra do que foi, e sem expectativa alguma do que possa vir a se tornar.
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